World Games 1.1

Posted in Sem categoria on maio 22, 2010 by LiderGU

O World Games ta de cara nova!

Visite o novo World Games:

http://worldgames11.blogspot.com/

Halo: Reach — o último game da série — bomba com novidades.

Posted in Sem categoria on maio 1, 2010 by LiderGU

Recentemente, a Microsoft liberou novas informações sobre o lançamento de Halo: Reach, novo jogo de tiro em perspectiva de primeira pessoa (FPS) exclusivo para Xbox 360. O início dos testes Beta multiplayer serão iniciados no próximo dia 3 de maio e terminarão no dia 19 do mesmo mês.

Detalhes da versão demonstrativa

A atriz Aysha Tyler fará uma introdução visual aos jogadores da versão Beta através de um clipe acessível somente a quem tem uma cópia do jogo Halo 3: ODST. O vídeo será disponibilizado a partir de amanhã.

Além disso, Tyler servirá como guia para os gamers que se interessarem pelos novos modos de jogo, oferecendo dicas diversas para cada um dos mapas enquanto exibe várias armas do arsenal Halo em tamanho real.

Durante os dias de testes, a Bungie vai liberar diferentes modos de jogo em diferentes épocas. Tudo começa com três “playlists”: o competitivo Arena Mode (jogos 4×4 do tipo Team Slayer com ranks), o Free-for-All e o Grab Bag. Os dois últimos incluem um mix de tipos de jogo novos e clássicos. A partir do dia 7 de maio, terá inicio a “Spartan vs. Elite Invasion” e, a partir do dia 14, o modo de jogo Generator Defense será liberado.

Aqueles que fizerem o teste de pelo menos uma partida completa em qualquer um dos modos de jogo durante os testes Beta receberão um item gratuito para o Halo: Reach Avatar através da área Halo Waypoint na Xbox Live. Para adquirir o item, basta acessar o Halo Waypoint e visualizar as estatísticas da Halo Career depois do término de uma partida.

Outras novidades

Os fãs de Halo se beneficiarão com a chegada da Beta. O Halo Multiplayer Unlock Weekend, que ocorrerá entre os dias 14 e 17 de maio, tornará gratuito o modo multiplayer online da Beta de Halo: Reach, de Halo 3: ODST e de Halo 3 para os membros da Xbox Live.

A bomba mais recente sobre Reach é que Brian Jarrard, em entrevista ao site VG247, disse que, “para todos os efeitos e propósitos”, o título é o último game da série Halo. Jarrard, conversando com Patric Garratt em uma entrevista por telefone, falou que a Bungie continuará a dar suporte a Reach mesmo depois do lançamento do game por causa que a empresa “deve isso aos fãs”. Acompanhe:

“Reach, para todas as intenções e propósitos, é definitivamente o último game de Halo. No momento, nosso plano é fazer com que a maior parte do nosso time, no momento de finalização de Reach, migre diretamente para a produção no nosso próximo grande universo.”

“Nós temos Jason Jones e muitos outros integrantes da equipe original que estiveram no núcleo do time Halo e estiveram trabalhando na criação da ‘framework’ e do esqueleto referentes ao próximo projeto em antecipação ao fato de ter que receber toda a força do estúdio.”

“Quando Reach for terminado, é claro que nós ainda teremos algumas pessoas trabalhando nele, um pedaço do time que estará focado em auxiliar no suporte de Reach e da comunidade de jogadores.”

“Nós definitivamente temos um relacionamento aqui. Em certos pontos de vista, nós devemos isso aos nossos fãs, e esse é o jeito da Bungie: ter certeza de que nós fazemos o certo pelo nosso game e pelos nossos fãs. Portanto, nós ainda teremos um vínculo com Halo: Reach, mas nós definitivamente não produziremos nenhum outro projeto Halo depois desse game.”

O World Games 10 entra novamente na pancadaria do octógono.

Posted in Sem categoria on maio 1, 2010 by LiderGU

Finalmente, a pancadaria do UFC voltou. Fãs do primeiro jogo da THQ, intitulado UFC Undisputed: 2009, certamente estão ansiosos para por as mãos no segundo jogo da série, que promete muitas correções e novidades. Felizmente, o Baixaki Jogos conseguiu entrar na briga através de uma versão demonstrativa exclusiva.

Quem esperava por mais realismo, certamente será recompensando. Mas, os que já estavam acostumados com os controles do primeiro game também não terão problemas, pois a Yuke’s, desenvolvedora do título, deixou a jogabilidade ainda mais polida. Sendo assim, vamos ao octógono e que comece a briga!

Aquecimento

A demo de UFC Undisputed: 2010 pesa cerca de 1 GB, e pode ser adquirida pelos usuários da comunidade oficial do game. Após realizar o cadastro no site, o jogador pode solicitar a versão para qualquer uma das duas plataformas (Xbox 360 ou PlayStation 3). Depois disso, um código é exibido, e com ele você pode baixar a demo em seu console. A comunidade ainda oferece um guia simples para facilitar o processo.

Mas, vamos ao que interessa: a pancadaria. Na demo, o jogador pode desfrutar dos modos Exhibition e Tournament. Independentemente de qual for selecionado, você terá acesso apenas a uma classe: a Light Heavyweight. Antes da briga, você ainda pode ajustar o número de rounds e a dificuldade (ao todo, são quatro).

Depois disto, basta escolher seu lutador preferido e partir para o ringue. A demonstração conta com quatro atletas diferentes. São eles Rashad Evans, Rampage Jackson e os brasileiros Shogun Rua e Lyoto Machida. Os fãs do UFC ainda podem conferir as estatísticas de cada lutador com um simples toque no botão, verificando o número de lutas vencidas, recordes, peso, alcance, apelidos, nacionalidade e diversos outros detalhes.

Feito isso, vamos ao octógono. Como de praxe, as lutas são introduzidas pelo lendário Bruce Buffer, que apresenta os jogadores há um bom tempo dentro do esporte e certamente será reconhecido pelos fãs. Depois, o juiz autoriza a briga e você finalmente começa entra na luta.

As maiores novidades do game, sem dúvidas, estão nas lutas. A Yuke’s realizou diversos ajustes na já consagrada fórmula, inserindo novas possibilidades e melhorando alguns problemas. Os controles continuam basicamente os mesmos. O jogador desfere socos e chutes com os botões da face do controle. Para bloquear, basta utilizar o botão do ombro e o gatilho do lado direito, fazendo bloqueios altos e baixos, respectivamente.

Também é possível acionar uma espécie de modificador que é acionado com o botão do ombro esquerdo do joystick (L1 ou LB). Ao manter este botão pressionado, você pode desferir golpes ainda mais avassaladores com os comandos da face do joystick. Um golpe destes pode ser definitivo para uma luta, ocasionando um nocaute instantâneo.

Toma essa!

Aprimorando a técnica

Nas lutas, muitas modificações são evidentes. Ao agarrar um oponente em pé, algo comum para os jogadores mais experientes, os lutadores podem partir tentar derrubar os inimigos através de um suplex (o famoso pilão). Basta movimentar o analógico direito. Além disso, é possível simplesmente desferir bordoadas no oponente. Uma das boas novidades, entretanto, é que agora os lutadores não ficam estáticos enquanto estão nesta posição.

O número de movimentações também é explícito, sendo muito superior ao primeiro game. As reações são mais convincentes, e os lutadores interagem muito mais entre si, deixando as brigas ainda mais realistas. Isto também é refletido na jogabilidade, pois diversos novos movimentos foram introduzidos ao game.

Em suma, as brigas de UFC 2010 estão muito mais convincentes. Os movimentos de chão e o número de chaves são maiores, assim como os golpes em qualquer posição. A briga dos analógicos continua, mas os resultados agora divertem mais.

Resta esperar pela versão completa, na qual poderemos conferir como estão os demais lutadores e seus golpes específicos. UFC Undisputed 2010 continua com a fórmula tradicional, mas suas melhorias superam bastante a experiência do predecessor.

Certificado

Iron Man e War Machine retornam para acertar as contas com os jogadores.

Posted in Sem categoria on maio 1, 2010 by LiderGU

Há dois anos, o jogo baseado no filme Iron Man chegava aos consoles. Mesmo com uma versão demonstrativa bacana, o Homem de Ferro não conseguiu segurar as pontas na versão final. O resultado foi um game repetitivo, com controles complicados — principalmente nos vôos — e muita confusão. Logo, Iron Man enferrujou e foi lembrado apenas como um jogo ruim. Ou seja, mais um game baseado em filmes.

Mas será que Iron Man 2 irá mesmo decolar? Se depender da vontade da Sega, parece que sim. Mais estratégia, mais customização, mais personagens e, é claro, muito mais pancadaria. E mais: uma história diferente para saciar a vontade dos fãs. Preparado? Então segure firme, porque Tony Stark está de volta.

Corrigindo os erros

Bem, diversos sites especializados simplesmente massacraram a primeira aventura de Iron Man nesta geração. Sem dúvidas, a Sega percebeu isto, e decidiu basear-se nas principais críticas para a concepção da segunda aventura. Talvez a melhor novidade seja que, agora, os jogadores terão jogos diferentes nas plataformas diferentes. Ou seja, a versão para PlayStation 3 e Xbox 360 não terá nada a ver com o jogo do PSP e Wii — com exceção da história.

Outra novidade interessante para os fãs é que Samuel L. Jackson, que interpreta Nick Fury nas telonas, emprestará sua voz para o game, assumindo o mesmo papel. Don Cheadle, que é responsável por Rhodes, o famoso War Machine, também mostrará seu talento como dublador no game. Infelizmente, Robert Downey Jr., o próprio Tony Stark, não será ouvido em Iron Man 2. Mas não se preocupem, pois quem assume o papel de Stark é Eric Loomis, responsável por dar voz ao personagem nos desenhos.

Uma boa desculpa para um tutorial

Mas, do que se trata Iron Man 2? Basicamente, o jogo inicia-se com uma cena em que diversos inimigos da Roxxon tentam infiltrar o lar de Stark para roubar informações de Jarvis, a inteligência artificial do Homem de Ferro. A partir deste momento, as coisas passam a ser diferentes em cada jogo.

Segura  essa

É claro que o herói não deixará as coisas baratas. Após perceber que Jarvis está em perigo, Tony voa rapidamente para tentar impedir que os inimigos roubem informações preciosas. Entretanto, no caminho, o Homem de Ferro é atingido por uma espécie de pulso eletromagnético, que acaba fazendo com que a armadura seja desligada — e quase causa uma parada cardíaca em Stark. Neste momento intenso,

Aos poucos, o herói começa a recuperar suas habilidades, e isso gera um tutorial para o jogador. O Ferroso pode voar para qualquer lugar, destruindo até mesmo alguns prédios. Além disso, é possível caminhar, o que não é uma má escolha em alguns momentos. Também é possível utilizar ataques corpo-a-corpo, e o jogador ainda desbloqueia novos estilos de luta que podem ser equipados.

Voar também ficou mais fácil, graças ao novo sistema de controles. Basta pressionar duas vezes um dos botões do ombro do joystick e então utilizar o analógico direito para alterar o ângulo e o esquerdo para aumentar ou diminuir sua velocidade. Também é possível realizar várias manobras evasivas, como o famoso Barrel Roll, imortalizado por Peppy de Star Fox 64.

Com isso, o jogador pode optar por combates próximos ou à distância, o que adiciona um pouco mais de desafio e longevidade ao game. Mas, cuidado. Ao ser atacado, o escudo do Cabeça de Ferro é danificado. Se a barra que representa o escudo chegar ao zero, o jogador começa então a perder vida. E, ao contrário do escudo, a vida do jogador não se regenera automaticamente.

Iron Man ou War Machine?

Antes de cada missão, o jogador pode escolher qual armadura desejará utilizar (Iron Man ou War Machine) — com exceção de algumas fases, nas quais só se pode jogar com um personagem específico. Além disso, também é possível personalizar suas especificações, adicionando armas, modificando as ferramentas com módulos que aumentam o alcance ou o poder e escolhendo o tipo de munição a ser utilizado. Se você não gostar de sua combinação, basta sair da missão e tentar outra.

Que tal  War Machine?

Existe uma série de armas diferentes, incluindo metralhadoras giratórias, lançadores de foguetes, propulsores e muito mais. Para controlá-las, o jogador utiliza os dois gatilhos do joystick, que operam de maneira independente. Ou seja, você pode, por exemplo, atirar foguetes com o gatilho esquerdo enquanto carrega um tiro com o direito. Também é possível trocar de armas através dos botões do direcional, uma excelente saída para quando uma de suas armas deve descansar.

Além das roupas normais, o jogador também encontrará algumas armaduras extras, que devem, principalmente, agradar os fãs de carteirinha da série. Será possível desbloquear trajes como o Iron Man clássico, Extremist, Silver Centurion, Iron Man original e a roupa do primeiro filme. Todas estas mudanças, felizmente, também aparecem durante as cutscenes.

Quanto aos gráficos, Iron Man 2 ainda tem muito a melhorar — pelo menos pelo que vimos até agora. Algumas texturas estão estranhas, e o corpo dos heróis está “quadrado” demais. Possivelmente, a versão final deve corrigir estes pequenos problemas.

Iron Man 2 pode não ser o melhor jogo do ano, mas certamente está melhor que o primeiro jogo, e deve servir como uma boa alternativa para os fãs que desejam se aprofundar um pouco mais nas aventuras do herói. A Sega ainda trouxe pontos de pesquisa, que são obtidos em quase todas as ações de game e podem ser trocados por novas armas, módulos, roupas e tipos de munição, providenciando ainda mais motivos para os fãs.

O jogo deve chegar às lojas no dia 4 de maio deste ano, em todas as grandes plataformas. Fique ligado aqui no Baixaki Jogos para mais informações sobre Stark.

Em Test Drive 2 as possibilidades são “Ilimitadas”

Posted in Sem categoria on abril 30, 2010 by LiderGU

Test Drive Unlimited, “massively open online racer” (um MMO de corridas) da Eden Studios, combinou com elegância as funcionalidades online típicas de um MMO com o estilo singular dos títulos de corrida arcade, proporcionando uma jogabilidade bem adaptada e extremamente divertida.

Agora, a equipe da Eden Studios voltou para a oficina e “tunou” ainda mais a franquia para criar o que parece ser o melhor título multiplayer do gênero. Test Drive Unlimited 2 promete carros exóticos, locações mediterrâneas e muita personalidade para as corridas de rua.

Pista livre

A ilha de Ibiza — “point” preferido dos playboys internacionais — é o novo cenários e a Eden Studios não poupou esforços para trazer todo o glamour da região. A empresa utilizou dados topográficos reais para recriar em detalhes a ilha, as cidades e as pistas da área. Além disso, Todas as estradas foram desenhadas para ser o mais verossimilhante possível, tornando a experiência muito mais envolvente.Acabamento de luxo faz toda a diferença.

O título também conta com um ciclo de dias e noites, além de efeitos climáticos (chuva, sol, neblina…) que podem variar em turnos de duas horas. Assim, o jogador poderá dirigir seu bólido em noites tempestuosas ou sob a luz de um entardecer ensolarado.

Mas o melhor de tudo é que além das longas trilhas de Ibiza você também poderá retornar aos mais 1.500 quilômetros de Oahu (Havaí) — cenário do primeiro jogo.

Do seu jeito

Como no primeiro Test Drive Unlimited pilotar carros incríveis em pistas paradisíacas não é o elemento principal da jogabilidade. TDU 2 abusa do estilo dos ricos e famosos, apostando alto em carros de luxo, mansões e outras perfumarias próprias do “jet set”.

O jogo segue a vida do pobretão que consegue criar uma fortuna graças as suas habilidades de pilotagem. Assim, você poderá ganhar dinheiro gradualmente, podendo gastar com novos itens, roupas ou carros.

Este elemento torna-se importante na medida em que Test Drive Unlimited 2 é um jogo “social” no qual o jogador pode explorar o cenário e encontrar outros jogadores para conversar ou competir. Apesar do apelo central do jogo estar nas corridas é bom ver que a equipe da Eden Studios despendeu tanto tempo em detalhes que deixam o jogo muito mais atraente.

Segura peão!A mecânica de jogo é inteligente e a estrutura multiplayer promete ser bem acessível e variada. Mas o que realmente impressiona até o momento é a quantidade de conteúdo de Test Drive Unlimited 2. Além de correr pela ilha de Ibiza você também poderá desprender longas horas na personalização do seu avatar e dos seus carros.

São inúmeras opções e edição que deixarão sua contraparte virtual do jeito que você quiser. Os veículos por sua vez podem receber pinturas especiais, decalques, calotas e outros ajustes mais refinados.

Test Drive Unlimited 2 está agendado para o final deste ano e contará com versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Marvel vs. Capcom 3 e muitos anúncios de peso na Captivate 2010!

Posted in Sem categoria on abril 25, 2010 by LiderGU

Depois de uma década de pedidos dos fãs, a Capcom finalmente resolveu soltar a bomba: Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds está em desenvolvimento para PlayStation 3 e Xbox 360, com lançamento previsto para o outono de 2011. Sim, nós sabemos que a espera será insuportável, mas ao menos o jogo saiu do papel!

Muitas novidades pela frente

Seguindo a trilha de Street Fighter IV, o game fará a transição para o 3D, tendo como base o motor gráfico MT Framework (o mesmo de Lost Planet 2 e de Resident Evil 5). O diferencial reside na aplicação dos efeitos: em Marvel vs. Capcom 3 os personagens terão um visual muito próximo ao exibido pelos heróis nos gibis.

O efeito é muito promissor e chegou até a enganar aqueles que viram as primeiras imagens (todos pensavam que os personagens fossem apenas arte conceitual, mas na realidade eram modelos extraídos diretamente do game, apenas em resolução aumentada). Um exemplo disso pode ser conferido na imagem abaixo:

Ao todo serão mais de trinta lutadores para você escolher — estando na lista nomes como Chris, Ryu, Morrigan, Homem de Ferro, Hulk, Wolverine e outros não revelados, tais como Felicia, Chun-Li e Capitão América — e entrar em combates de até três contra três. Vale lembrar que o game será vendido em disco e não pelas redes online, como foi o caso de Marvel vs. Capcom 2.

Um ano promissor

Mas o anúncio de Marvel vs. Capcom 3 não foi o único ponto alto da Captivate 2010 (o evento exclusivo da Capcom realizado no Havaí). A empresa aproveitou e revelou quais serão os seus grandes projetos para o próximo ano. Comecemos por Bionic Commando: ReArmed 2, que oferecerá aos jogadores a possibilidade de saltar pelos cenários, além de novas armas e quebra-cabeças espalhados pelos estágios.

No game também estarão presentes as melhorias biônicas, de modo que as suas habilidades podem ser expandidas. Assim como para o primeiro título, o lançamento será realizado na PlayStation Network e na Xbox Live Arcade, provavelmente dentro do primeiro bimestre de 2011.

Okamiden também deixará os solos nipônicos e aterrissará em todos os continentes, com a sua aventura mágica para o Nintendo DS.

Planetas perdidos

Lost Planet 2 será lançado durante o mês de maio deste ano e praticamente todos os detalhes já foram esmiuçados. A boa notícia é que já no dia de lançamento um novo pacote de mapas será disponibilizado. O “Map Pack #1” trará os cenários “Helix” e “Back to the Island”, com direito até mesmo a combates debaixo da água.

A empresa ainda não se manifestou a respeito de custos ou da possibilidade dos extras serem gratuitos.

Pancadaria de ponta a ponta

Super Street Fighter IV é outro dos títulos que contarão com DLCs (Downloadable Contents). Em primeiro lugar há o pacote de campeonato, que permitirá aos jogadores competir entre si pelo topo do ranking mundial, como um tipo de cinturão. As classificações serão globais, portanto espere por grandes desafios.

Está programada também a liberação de novas roupas (em especial para os personagens novos, como Hakan, Dudley, Dee Jay e Makoto) já no dia 27 deste mês, seguida de vestes especiais para os Avatares, exclusivas para aqueles que optarem pelo Xbox 360. Sim, seu “boneco” poderá ficar com aquele visual típico do Dudley ou ainda do El Fuerte!

Na terra dos mortos

De acordo com o mais recente trailer exibido, Dead Rising 2 terá uma trama convincente, além da pura exterminação de zumbis. Personagens do primeiro game retornarão, mas a melhor notícia é a presença de suporte para campanha cooperativa. Isso significa que você poderá, a qualquer momento, entrar no jogo de um amigo (ou receber ajuda) e se divertir em dose dupla.

Os donos de Xbox 360 terão direito inclusive a um prólogo, lançado exclusivamente pela Xbox Live. Ele montará perfeitamente a conexão entre o primeiro e o segundo episódio da série, oferecendo ainda mais conteúdo aos jogadores.

Na terra dos mortos

De acordo com o mais recente trailer exibido, Dead Rising 2 terá uma trama convincente, além da pura exterminação de zumbis. Personagens do primeiro game retornarão, mas a melhor notícia é a presença de suporte para campanha cooperativa. Isso significa que você poderá, a qualquer momento, entrar no jogo de um amigo (ou receber ajuda) e se divertir em dose dupla.

Os donos de Xbox 360 terão direito inclusive a um prólogo, lançado exclusivamente pela Xbox Live. Ele montará perfeitamente a conexão entre o primeiro e o segundo episódio da série, oferecendo ainda mais conteúdo aos jogadores.

Separamos algumas das coisas que mais desejamos ver no próximo console da Sony.

Posted in Sem categoria on abril 25, 2010 by LiderGU

Pode até não parecer, mas já faz mais de três anos que os consoles da atual geração — incluindo as três companhias — estão rolando pelas prateleiras das lojas. Os gráficos ainda nos deixam contentes, mas já não têm mais todo aquele impacto do início de um ciclo de equipamentos.

As pessoas estão finalmente deixando de lado a mania de chamá-los de “next-gen”, talvez até mesmo começando a perceber que não demorará muito para que uma nova geração de entretenimento seja anunciada. Será em 2012 ou talvez em 2013? Por enquanto as apostas de anúncios “oficiais” residem somente sobre os portáteis da Nintendo e da Sony.

Mesmo assim, nós do Baixaki Jogos nos reunimos e separamos algumas das coisas — sejam recursos, poder ou até mesmo formato — que queremos ver na próxima geração de consoles de mesa. Já tivemos o nosso especial a respeito do “Xbox 360 Slim”, portanto agora é a vez do console da Sony. Seria o sucessor chamado de PlayStation 4?

Nossos desejos

Alguns com o pé no chão… Outros com a cabeça nas nuvens!

Poder, muito poder!

Vocês se lembram de quando o PlayStation 3 foi anunciado durante a E3? A empresa promoveu seu console com inúmeros vídeos (assustadoramente bons) que cobriam de explosões (de Killzone 2) à lama espirrando em Motorstorm. A polêmica emergiu quando um representante afirmou que tudo aquilo rodava em tempo real, o que era mentira.

Um ano depois, o que vimos foram jogos bem inferiores à promessa, sendo que a maioria nem mesmo atingiu resolução Full-HD prometida. A meta de Ken Kutaragi então, de 120 quadros por segundo a 1080p, ficou esquecida no passado sombrio…

Na próxima geração queremos que todas essas promessas saiam do papel. Queremos que aqueles gráficos mostrados se tornem realidade e que as capacidades de processamento dos consoles cheguem ao menos perto da exibida pelos atuais computadores (o que já vai ser bem difícil).

Áreas que devem melhorar muito são as de aplicação de sombras, de texturas e da própria suavização de serrilhados, que assombram muitas das grandes produções deixando a tela praticamente rasgada com bordas de polígonos estouradas (vide os fios de luz de Okinawa, em Yakuza 3).

Não há como prever se a Sony irá de Nvidia ou de Power VR para o processamento gráfico, assim como também é impossível julgar a respeito do processador. Mesmo assim, o que queremos é um grande salto de qualidade, assim como nas gerações anteriores. Não estamos interessados apenas em uma leve melhoria. Outro componente que deve receber mais atenção é a memória RAM. Se atualmente contamos com 512 MB, é seguro dizer que iremos para 2 ou 4 GB.

Retrocompatibilidade total

Infelizmente, o poder do novo console e a própria arquitetura computacional estão diretamente amarrados a outro de nossos desejos para o sucessor do atual console: a retrocompatibilidade plena. Poder rodar todos os jogos já lançados em plataformas Sony seria perfeito, mas a tarefa é bem complexa na prática…

Se a fabricante mantiver a máquina baseada na linha de processadores Cell (descontinuada pela Toshiba para futuros empreendimentos) — adotando mais núcleos e versões avançadas de gerenciamento de tarefas — os custos serão mais baixos e haverá a possibilidade de retrocompatibilidade nativa com os jogos da atual geração e via software com os games de PlayStation 2 e do original.

Agora, se o processador mudar drasticamente, ao lado da unidade de processamento gráfico, os jogos do PlayStation 3 ficarão para trás, restando apenas a emulação do primeiro e do segundo PlayStation.

Sem perda de recursos

Ao anunciar que trabalhava em uma versão alternativa de Firmware para o PlayStation 3 — supostamente com a intenção de ativar Linux em todos os consoles — George Hotz (GeoHot) alfinetou a Sony, afirmando que ela é a única companhia do mercado a dar passos para trás, retirando funcionalidades do video game ao invés de adicionar.

Isso é verdade e pode ser comprovado recentemente com a quebra do suporte para o sistema operacional Linux em virtude de falhas de segurança (os próprios modelos Slim nem ofereciam mais a opção).

Que daqui a alguns anos todos nós tenhamos a opção de instalar Linux (e outros sistemas operacionais) em nossos video games Sony, com suporte total para aplicativos de terceiros e liberdade ao menos para lidarmos com uma parte da unidade de processamento gráfico. De tal forma, o video game quebraria as barreiras do entretenimento e passaria a ter valor também no mercado de computadores como uma alternativa barata.

Um centro de multimídia

E já que o assunto é a permissão de instalação de sistemas operacionais, nada melhor do que mais portas de conexão, tanto USB como entradas para cartões de memória, suporte para formatos mais avançados de reprodução de vídeo e até mesmo conexão direta (sem fio) com o seu computador que está do outro lado da casa.

Media Center em ação no PS3 (Clique para baixar)

Algumas dessas coisas já são possíveis, mas programas específicos para computador são requeridos, o que torna o processo tedioso e acaba afastando os mais leigos no assunto, que buscam as operações mais simples, do tipo Plug and Play.

Espaço na mesa

Não dá para negar: mesmo depois da revisão de hardware (ou melhor, do lançamento do modelo Slim) o PlayStation 3 continua sendo um dos maiores consoles desta geração, ocupando um espaço considerável e inestimável em nossas mesas, balcões, prateleiras e armários.

Para a próxima geração, a gigante dos eletrônicos faria muito bem em tentar um formato mais compacto e eficiente, nem que ele venha com superfícies mais planas ao invés da atual curva que cobre a parte superior das máquinas. Tentar manter a fonte dentro do console também é uma boa, mas não é requerimento primordial.

Não pedimos por nada como um Wii (que dá um banho nos rivais no quesito em questão), mas as reduções seriam realmente bem-vindas por todos!

Ligação a qualquer hora

Muitos dos jogos atuais já trazem suporte para conversa com voz entre jogadores por meio do uso de Headsets. O problema é que essa conversa é restrita a quem está dentro dos servidores dos games. No futuro queremos que isso seja expandido, que o console passe a agir quase como um telefone, permitindo que jogadores conversem entre si independentemente do que estão fazendo com o console.

Já pensou? Você está querendo conversar com seu amigo para chamá-lo para uma partida de Gran Turismo 6, mas ele está na pancadaria com God of War: The Modern Chaos… Sem problemas, você ativa a chamada, ele verifica se aceita ou não e vocês podem conversar numa boa. Podem planejar o que vão fazer sem ter que parar suas atuais tarefas.

“Headset” na caixa!

Aproveitando a oportunidade, o pessoal poderia até mesmo embutir o headset no pacote, como se ele fizesse parte do kit básico de jogo. Seria perfeito. Isso faria com que as pessoas se acostumassem de fato com a comunicação por voz. Você poderia treinar qualquer idioma jogando em servidores estrangeiros. Dentro de pouco tempo, aquelas partidas praticamente caóticas de jogos como MAG e Battlefield: Bad Company 2 seriam como comboios organizados, táticos em todos os sentidos, avançando em direção à vitória.

O preço certo

Mas mesmo com um Headset embutido, o custo das variantes mais básicas do console não pode fugir muito da marca de US$ 300. A Sony aprendeu isso e não repetirá o erro de anunciar que as pessoas terão “que arranjar dois trabalhos para poderem comprar um console”.

É claro que isso não significaria o fim dos pacotes mais robustos, que continuariam flutuando na faixa de US$ 330 a US$ 400, trazendo jogos, filmes e até outros acessórios. A tendência das diferentes configurações é muito saudável, desde que não segregue a base de usuários instalada com requerimentos mínimos não atingidos (vide discos rígidos, câmeras e outros exemplos).

Wi-Fi 802.11n

A mudança do padrão “g” para “n” traria em primeiro lugar uma banda de comunicação muito mais ampla para o console (de 54 Mbps para aproximadamente 600 Mbps, de acordo com cada modelo), que poderia ser aproveitada em conexões diretas do tipo Ad-Hoc para partidas com familiares e amigos.

Para aplicações padrão (como navegação na internet, P2P e conversas por voz e vídeo) há ainda a vantagem da qualidade aumentada do sinal, com suporte para múltiplas conexões e bem menos perda de pacotes de dados.

Mais jogos completos na PSN

O debate entre aqueles que preferem distribuição digital e os que gostam da mídia física permanece. A verdade é que muitos países ainda não contam com uma estrutura suficiente para acomodar o tráfego de dados necessário para um futuro movido exclusivamente pela distribuição digital, portanto esperem por leitores de Blu-ray na oitava geração.

Mesmo assim, o direito de opção é que tem que prevalecer. Se você pode comprar um game digitalmente, pagando mais barato, você deve ter esta opção. Seguindo essa ideia, queremos que mais jogos completos (a exemplo de Burnout: Paradise) ganhem versões especiais para serem distribuídas pela PSN.

PlayStation Home nativa

Você já acessou a PlayStation Home? O espaço interativo até gera bastante renda através de seus anúncios e potencializa a comunicação e diversão entre os usuários por meio de uma série de fatores — tais como personagens animados, mini games e espaços próprios — mas é inegável que muito do seu potencial não é explorado.

Parte disso se deve ao fato de que a “Home” é uma instalação, que requer tempo para que o usuário se conecte. Se essa interface fosse nativa, os usuários não perderiam tempo e já sairiam direto do mundo virtual. Não estamos falando para a Sony abandonar a navegação rápida pelo menu, mas novamente, ela deve estar lá como uma opção, ao lado de temas dinâmicos e outras personalizações, sempre aliados à velocidade de navegação.

Um novo DualShock?

Quando o PlayStation 3 foi mostrado pela primeira vez, todos saíram chocados com o novo formato do controle, que mais parecia um bumerangue com botões afundados em sua superfície. As empunhaduras eram alongadas, com curvatura central que jogava os punhos em direção aos analógicos.

Foram tantas as reclamações nos dias subsequentes que a empresa resolveu abandonar o projeto por completo, mantendo o formato Dual Shock estabelecido durante as duas gerações anteriores. Para o novo video game há sim espaço para mudanças, começando por um formato mais amigável para aqueles que possuem mãos grandes (o nosso colega Xubiruba que o diga).

Outra ideia que agradaria muito os fãs de jogos de tiro em primeira pessoa seriam controles com direcionais intercambiáveis, como o modelo abaixo, produzido pela Saitek. Se você joga um “Street Fighter” pode dar prioridade ao D-pad. Agora, se vai para a mira, pode deixar o analógico mais próximo.

Aproveitando os movimentos

Como o assunto são os controles, nada melhor do que abordar também a nova aposta das fabricantes: os acessórios sensíveis aos movimentos. O PlayStation Move vem quebrado em duas partes, exatamente como os controles de Wii. A pergunta é: por que não integrar tudo em um só controle?

Imagine um Dual Shock levemente reprojetado, com todas as capacidades do novo Move e ainda por cima com os dois lados destacáveis. Ao jogar um jogo que exija os movimentos você simplesmente separa as partes. Na hora da luta, mais uma vez, basta encaixar as partes e jogar normalmente como você tem feito até os últimos anos.

Em breve, no Brasil!

Por fim, a coisa que mais queremos é que o próximo membro da família PlayStation seja lançado oficialmente por aqui, com direito a loja personalizada, conteúdos ao menos similares aos vendidos lá fora e, é claro, sem todos aqueles anos de atraso, como o que foi visto para o pobre PlayStation 2.

Com a entrada da Sony no mercado nacional até as concorrentes se interessariam em entrar na briga, o que movimentaria o setor e poderia até mesmo ajudar a baixar os custos para nós jogadores… Bem, nós podemos sonhar, não é mesmo?

E vocês, esperam o que para a próxima geração? Não deixem de postar suas críticas, ideias e sugestões. Quem sabe em breve nós não seguimos esta linha de especiais também com o video game da Nintendo e com os portáteis? Até a próxima!